História da Cortesia: as boas maneiras, do Paleolítico ao futuro
Porque é que damos a mão? Porque é que o anfitrião se senta à cabeceira? Porque é que “obrigado” é a primeira frase que ensinamos às crianças? Nada disto é arbitrário. Cada regra de cortesia foi, um dia, a solução para um problema real: mostrar que não se trazia arma, proteger o hóspede, sinalizar quem mandava para que ninguém tivesse de lutar por isso.
A História da Cortesia é o livro da colecção que explica de onde vêm as regras, e quais delas vamos guardar.
Dez capítulos, uma viagem
Começa antes da escrita, nas primeiras comunidades em que partilhar comida sem conflito exigiu as primeiras regras. Passa pelas cortes onde a etiqueta se tornou linguagem de poder, e onde a palavra “etiqueta” nasceu de um cartão preso a um portão. Atravessa as revoluções que quiseram abolir as maneiras e acabaram por reinventá-las. Chega aos cafés, aos comboios, aos telefones, cada tecnologia a exigir uma cortesia nova. E termina no ecrã, onde estamos agora a escrever as regras que os nossos netos vão achar naturais.
O que se aprende
- Que a cortesia é uma tecnologia social, inventada para reduzir conflito, e que muda quando a sociedade muda.
- Que muitas regras que parecem absurdas fizeram sentido no seu tempo, e que saber porquê ajuda a decidir se ainda o fazem.
- Que o essencial não mudou em milhares de anos: reconhecer o outro, proteger quem é recebido, agradecer.
- Que cada época julga a anterior e é julgada pela seguinte, e que a nossa não é excepção.
Para quem
Para quem gosta de história e nunca tinha pensado que as boas maneiras a têm. Para quem ensina etiqueta e quer responder ao “mas porquê?” com algo melhor do que “porque sim”. Para quem se pergunta se a cortesia ainda faz sentido num mundo de mensagens instantâneas, e quer uma resposta com dois mil anos de contexto. E para oferecer: é o livro da colecção que mais se lê de uma ponta à outra.
Nove línguas, PDF e EPUB. Mais sobre o livro: História da Cortesia.
Jorge Humberto é o fundador da Etiquette360online e o autor da colecção.