Ensinar boas maneiras sem apontar o dedo: é a raposa que erra, nunca a criança
Há uma cena que qualquer pai ou educador reconhece. A criança faz uma coisa mal, um adulto diz “isso não se faz”, e a criança baixa os olhos. O gesto errado pára, mas o que fica é a vergonha, não a aprendizagem. Na semana seguinte, o mesmo gesto volta. Corrigir não é ensinar. A vergonha…